A olho nu, nós conseguimos ver facilmente até cinco planetas no céu: Mercúrio, Vénus, Marte, Júpiter e Saturno.
Não é à toa que eles são conhecidos desde a Antiguidade!
NGC 3603 é a maior região HII (região de hidrogénio ionizado) existente na Via Láctea, ocupando cerca de 20 anos-luz de extensão.
Observações recentes revelaram que no interior desta nebulosa habitam estrelas jovens de baixa massa, com menos de um milhão de anos de idade, bem como estrelas gigantes e extremamente maciças.
Pensa-se que a estranha forma adoptada pela galáxia NGC 520 seja o resultado de uma colisão ocorrida entre duas galáxias espirais há cerca de 300 milhões de anos atrás e que ainda hoje faz sentir os seus efeitos.
O corpo celeste com maior actividade vulcânica, em todo o Sistema Solar, é Io, uma das mais de 60 luas de Júpiter. O segundo astro mais activo é a Terra.
Detalhe de uma mancha solar.
Ciência ou Arte?
Fica a dúvida quando se olha pela primeira vez para esta imagem. É mais uma imagem da superfície de Marte, obtida, desta vez, pela câmara THEMIS a bordo da sonda Mars Odyssey. Esta sonda foi lançada em Abril de 2001, estando a orbitar o planeta vermelho desde Outubro do mesmo ano. A câmara THEMIS permite captar imagens nas zonas do visível e do infravermelho do espectro electromagnético.
Saturno é o planeta menos esférico do Sistema Solar. A sua rotação causa um achatamento que faz com que o astro fique 10% maior no equador que nos pólos.
Qual a forma real das estrelas?
Uma das principais conquistas das crianças é aprender a desenhar uma estrela, com as suas pontas. Infelizmente, a verdade é menos poética - mas não menos bela. Estrelas são esféricas, assim como os planetas.
Segundo o professor de Astrofísica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Charles Bonatto, enxergamos as estrelas naquele formato com pontas devido à refracção da sua luz na atmosfera da Terra.
Fonte: noticias.terra.com.br/educacao/vocesabia/i
Sherlock Holmes e Dr. Watson sairam em viagem para acampar. Depois de um bom jantar e uma garrafa de vinho, eles recolhem-se para dormir.
Algumas horas mais tarde, Holmes acorda e dá uma cotovelada no seu fiel amigo.
— Watson, dê uma olhadela no céu e diga-me o que você vê!
— Eu vejo milhões de estrelas, responde Watson.
— E o que você deduz disso?
Watson pondera por um minuto.
— Bem, astronomicamente, isso diz-me que existem milhões de galáxias e potencialmente bilhões de planetas. Astrologicamente, eu observo que Saturno está em Leão. Cronologicamente, eu deduzo que são 3 e 15 da madrugada. Meteorologicamente, eu suspeito que teremos um belo dia amanhã. Teologicamente, eu posso ver que Deus é poderoso, e que nós somos insignificantes perante o Universo... O que o Sr. pensa?
Holmes fica em silêncio por um momento.
— Watson, seu idiota. Ele diz. — Alguém roubou nossa barraca!
Esta imagem, obtida a partir de uma composição de 3 bandas no infravermelho próximo (entre 0,90 e 2,16 mícrones), mostra a espectacular maternidade de estrelas RCW38. Nesta região de formação de estrelas, a uma distância de 5000 anos-luz, muitas das estrelas jovens, que aqui se encontram em formação, estão ainda muito obscurecidas pelas grandes quantidades de poeira interestelar existente nas nuvens moleculares, a tal ponto que não são observáveis na parte visível do espectro da radiação electromagnética.